quinta-feira, 10 de maio de 2012
Alinhando processos, estrutura e compliance à gestão estratégica
Gastos crescentes de insumos (mão de obra qualificada, suprimentos, serviços especializados, novas tecnologias, etc.) aliados à carga tributária, encargos e regulamentos a atender, além de concorrência acirrada e mercados mais exigentes têm proporcionado margens de resultado cada vez mais apertadas às organizações.
Nesse mundo cada vez mais complexo, interconectado e mutável, as organizações e seus colaboradores, para terem melhores resultados, precisam manter-se em um processo permanente de aprendizagem, inovação, aperfeiçoamento e contínua adaptação ao meio ambiente em que atuam.
Atualmente é grande o desafio das organizações que querem se destacar pelo alto padrão de qualidade dos produtos e serviços, de forma a atender da melhor maneira às necessidades do mercado e dos clientes (externos e internos) e ainda gerarem resultados adequados a seus proprietários ou acionistas.
Nesse sentido, uma proposta que apresento, é que a organização em seus vários níveis e profissionais elabore e reveja periodicamente planejamentos e respectivas ações, visando melhor adequar a organização em seu meio. Um trabalho inicial bastante interessante a ser feito é a análise SWOT, abreviatura em inglês que significa Forças (Strengths), Fraquezas (Weaknesses), Oportunidades (Opportunities) e Ameaças (Threats).
Adicionalmente à análise SWOT, a organização com sua equipe de gestão, baseada em seus Valores, deve estabelecer o Negócio, Visão, Missão e Competências Distintivas daorganização. Todos estes trabalhos objetivam compor as bases iniciais de uma Gestão Estratégia de ação da entidade, visando melhor dirigir os pontos fortes da organização às oportunidades identificadas, bem como evitar expor os pontos fracos da entidade a melhorar, às ameaças percebidas no meio ambiente.
Consolidada a etapa acima de grande importância, cabe à equipe de gestão refletir, planejar e agir sobre outros assuntos complementares fundamentais: oportunidades de melhoria que devem ser feitas nos processos de gestão e operacionais, que vão realizar efetivamente as atividades de negócio da organização, para realizar o esforço de Gestão Estratégia.
Para elevar a competitividade das organizações, devem-se focar esforçospermanentemente na melhoria dos processos e na qualidade dos produtos e serviços que se oferta aos clientes, juntamente com o desafio de redução de custos. Isto pode ser feito com a aplicação de uma metodologia adequada, detalhada no livro.
Além disto, cabe melhorar a estrutura organizacional ou organograma, que vai suportar e executar os processos e seus respectivos sub processos, atividades e tarefas.
Tudo o que foi trabalhado até agora precisa ser adequadamente documentado e divulgado na organização, para que a ação dos colaboradores em seus diversos níveis e áreas seja efetiva e alinhada com os objetivos da Gestão Estratégica. Uma das formas de se atender tal necessidade é via metodologia participativa de documentação e implantação das políticas ou diretrizes e procedimentos dos processos, abordada na citada obra.
Implantados os instrumentos normativos, cabe aos gestores e colaboradores verificarem o cumprimento do que foi estabelecido e proporem aperfeiçoamentos, sempre que necessário, para melhores resultados. Adicionalmente, a organização pode contar com uma atividade de compliance, que verifique se a ação dos colaboradores está em conformidade com os regulamentos internos aprovados e outros externos, que a organização deva seguir.
Bom trabalho e sucesso!
"Neste artigo de José Antonio Pereira Gonçalves para o site administradores.com, reforça a condição da gestão como fator crítico para a transformação do desempenho nas empresas. Estratégia é bom, mas a gestão é fundamental." Eduardo Faddul
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quarta-feira, 9 de maio de 2012
Especial: 'leão' da Receita é a arma fiscal secreta do Brasil
No Brasil, grupos de agentes armados viajam pelo País de helicóptero, arrombam portas e inspiram medo em quem viola as leis. Mas eles não são policiais, e sim fiscais da Receita Federal. A agência tributária brasileira, que ganhou fama mundial por suas táticas duras e criativas, é uma das mais importantes ferramentas para a economia nacional em 2012. A presidente Dilma Rousseff conta com o talento antissonegação dos fiscais para ajudar seu governo a cumprir ambiciosas metas orçamentárias sem sufocar a atividade econômica, que se tornou repentinamente frágil.
O "Leão", como é conhecida a Receita, emprega inúmeros métodos contra a sonegação. Isso inclui de operações armadas a medidores nos tonéis das cervejarias para assegurar que indivíduos e empresas declaram -e pagam- tudo o que devem ao governo.
Operações recentes tiveram nomes como "Pantera Negra" e "Delta", geralmente mais associados a atividades de forças especiais do Exército. A Receita chega a usar helicópteros para avaliar se imóveis de milionários são compatíveis com as suas declarações de renda.
Ninguém está imune. A própria presidente Dilma foi submetida a uma rápida investigação em 2009, quando era ministra no governo Lula, por causa do que disse ser um erro inocente no preenchimento da declaração de Imposto de Renda.
Os métodos da agência, junto com os impostos elevados e extremamente complexos, causam resmungos entre alguns brasileiros. Eles citam as deficiências na estrutura, na educação e em outros serviços públicos como sinal de que a população não está recebendo o suficiente em troca do dinheiro entregue aos cofres públicos.
Mas outros expressam admiração por essa rara história de sucesso na arrecadação tributária da América Latina. "Quando se trata de arrecadar impostos, os brasileiros são realmente bons. Estão provavelmente entre os melhores do mundo", disse Ítalo Lombardi, analista da Standard Chartered em Nova York.
Superávit Primário
Dilma precisará, de fato, de todo o talento dos fiscais para um ano que está se revelando surpreendentemente difícil para a economia brasileira. O governo dela está comprometido neste ano com um superávit primário (o que sobra nos cofres públicos antes do pagamento de dívidas e juros) em torno de R$ 139 bilhões.
Essa meta é acompanhada de perto por investidores, pois sinaliza se o governo está ou não injetando dinheiro demais na economia. Ficar abaixo da meta pode ser prenúncio de inflação elevada, o que por sua vez afeta toda a agenda de Dilma, inclusive sua luta por juros mais baixos.
É claro que há duas formas de equilibrar um orçamento, e Dilma pode atingir parte da meta reduzindo os gastos públicos. Mas autoridades dizem que ela reluta em cortar demais, por medo de afetar uma economia que demonstra sinais de estagnação desde meados de 2011. Na verdade, Dilma já anunciou algumas desonerações tributárias para tentar reanimar a economia. Isso significa que o cumprimento da meta orçamentária dependerá principalmente de mais uma atuação brilhante da Receita, que conseguiu elevar a arrecadação tributária em 10,1% no ano passado, quando a economia cresceu apenas 2,7%.
Até agora, tem dado certo. No primeiro trimestre, o governo conseguiu economizar quase um terço do superávit primário previsto para o ano todo. A arrecadação tributária cresceu mais de 7% em relação ao mesmo período de 2011.
De olho em todo mundo
Um dos segredos para esses resultados, segundo as autoridades, é a disposição da Receita em ignorar o status social e as conexões políticas num país onde essas coisas costumam colocar a elite acima da Justiça e de outros inconvenientes. "O papel da fiscalização da Receita é dizer aos contribuintes: estamos de olho, faça o correto", disse Caio Cândido, subsecretário de fiscalização da Receita, em entrevista à Reuters.
Os fiscais também têm fama de fazerem tudo corretamente. Os casos de corrupção são poucos e infrequentes, num forte contraste com a avalanche de denúncias contra funcionários das polícias e de outras instituições. Autoridades do Chile, da Tanzânia e até da China já vieram ao Brasil estudar o que torna a Receita tão eficaz.
Acredita-se que vários países da América Latina, como México e Paraguai, percam até metade da sua arrecadação tributária potencial por causa da sonegação e da má fiscalização. Já no Brasil, a estimativa é de uma evasão de 16%, segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), uma entidade privada.
A taxa é elevada em comparação a alguns países do norte da Europa, segundo especialistas, mas muito melhor do que na média das nações emergentes. A entidade Integridade Financeira Global, que tem sede em Washington e promove a transparência fiscal, estima que a evasão média no Brasil entre 2000 e 2009 tenha ficado abaixo da ocorrida na China, Índia, Rússia e África do Sul -os outros países que formam o grupo de nações emergentes conhecidas coletivamente pela sigla Brics.
"CPF na nota?"
Mais de 25 milhões de brasileiros declaram Imposto de Renda. Isso é menos de um quarto da população economicamente ativa, o que ocorre porque a maioria das pessoas no País tem renda anual inferior R$ 18.799,32, valor a partir do qual o imposto começa a incidir.
"Com tanta competência alardeada por que será que a corrupção é tão grande? Só rindo mesmo." Eduardo Faddul
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terça-feira, 8 de maio de 2012
Vendas de material de construção caem 8,5% em abril
As vendas de material de construção caíram 8,5% em abril em comparação com março, segundo apontou pesquisa divulgada hoje (7) pela Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco). Em relação a abril do ano passado, entretanto, foi registrada expansão de 3%.
No acumulado dos quatro primeiros meses de 2012, foi registrado crescimento de 1,5% nas vendas em comparação com o primeiro quadrimestre de 2011.
Em abril, houve queda nas vendas de cimento (-9%), tubos e conexões de PVC (-7,5%), fechaduras (-7,5%), metais (-5,5%) e argamassas (-5,5%). O setor de iluminação residencial foi o único cujas vendas mantiveram-se estáveis em relação a março.
Para a Anamaco, a queda nas vendas é um sinal preocupante, já que o setor esperava uma recuperação dos negócios em abril. Para o presidente da associação, Cláudio Conz, o resultado é reflexo do anúncio do governo de que vai criar uma linha de crédito voltada, justamente, para o segmento de material de construção, com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). “Eles [consumidores] estão adiando as compras enquanto podem, enquanto as promessas de queda nos juros de financiamento não se materializam para o mercado”, ressaltou Conz.
Para 2012, a entidade estima crescimento de 8% nas vendas em comparação com 2011. “No entanto, se não apresentarmos uma recuperação já em maio, a Anamaco terá de rever essa previsão”, ressalvou Conz. Com faturamento de R$ 52 bilhões, o setor registrou crescimento de 4,5% no ano passado em relação a 2010.
"Mais um indicador de que a “marolinha” se transformou em algum bem maior. A questão parece não ter mais reversão no curto prazo. “Salvem Nossas Vendas”." Eduardo Faddul
Por: Correio do Estado
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segunda-feira, 7 de maio de 2012
Inadimplência atinge maior patamar desde setembro de 2007
Uma boa notícia é que o total de famílias endividadas e que não terão condição de pagar total ou parcialmente suas dívidas caiu de 4,8% para 3,9%.
VEÍCULOS - A Fecomercio-SP aponta ainda que parte considerável dos inadimplentes tem suas dívidas atreladas ao financiamento de veículos, que concentra 10,2% dos débitos das famílias. Segundo dados do Banco Central, o nível de inadimplência para o setor é de 5,7%, o mais alto desde o inicio da série em 2000.
PERFIL - A pesquisa mostra também que, em abril, 23,1% dos paulistanos estavam comprometidos com dívidas por mais de um ano, 52,9% de três a 12 meses e 20,6% por menos de três meses. A parcela da população que comprometeu entre 11% e 50% de sua renda mensal é de 56,9%. Já 22,3% comprometeram menos de 10% da renda familiar e 17,2% mais de 50%.
Entre os consumidores com contas em atraso, 46,2% devem há mais de 90 dias, 19,2% têm faturas atrasadas por até 30 dias e 33,1% estão com dívidas atrasadas entre 30 e 90 dias.
O principal meio utilizado para adquirir essas dívidas continua sendo o cartão de crédito, sendo que 76,2% dos paulistanos têm algum débito devido às compras pagas dessa maneira. A participação dos carnês caiu de 28,2% para 15,2%, ficando atrás do crédito pessoal, segunda forma mais comum de endividamento, que ficou em 19,6%.
A assessoria técnica da Fecomercio-SP explica que essa redução se deu, principalmente, porque os consumidores estão quitando as dívidas que usualmente contraem nos carnês durante as promoções de início de ano.
"Nenhuma surpresa para este ano. Esta fortemente influenciada pelas dívidas com veículos e com certeza em breve também com os imóveis, haja vista que com a entrega das chaves das moradias, começam a vigorar os financiamentos. Olho firme na qualidade das vendas." Eduardo Faddul
Por: Diário do Grande ABC
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sexta-feira, 4 de maio de 2012
Juro menor não deve aumentar crédito ao consumidor, diz Serasa
O crédito ao consumidor não deve aumentar apesar da recente redução dos juros, de acordo com pesquisa da Serasa Experian divulgada nesta sexta-feira.
O Indicador da Serasa Experian de Perspectiva de Crédito ao Consumidor recuou 0,4% em março, atingindo o patamar de 100,1. Apesar de uma sequência de quedas, o indicador ainda está acima do nível 100, o resultado aponta que as concessões de crédito devem continuar crescendo, mas num ritmo mais lento que no ano passado.
A base 100 indica um ritmo normal de crescimento, abaixo disso o resultado aponta para uma desaceleração e acima para um aumento de ritmo.
Para os economistas da Serasa Experian, o alto índice de inadimplência e o crescimento do endividamento do consumidor nos últimos anos dificultam a expansão do crédito.
EMPRESAS
A pesquisa aponta também que o crédito às empresas deve se recuperar com mais força no segundo semestre deste ano. O Indicador Serasa Experian de Perspectiva do Crédito às Empresas teve leve alta de 0,1% em março, chegando ao valor de 98,4. O surgimento de um valor positivo no indicador sinaliza uma reação aos estímulos econômicos.
Fatores como a ampliação dos incentivos fiscais, as perspectivas de melhora no quadro financeiro internacional e os cortes na taxa básica de juros (Selic) devem impulsionar a demanda por crédito das empresas.
Por: Folha.com
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quinta-feira, 3 de maio de 2012
Dar suporte às práticas de comércio: o trabalho mais fácil da TI
Há muita gente insinuando uma falsa dicotomia: a de que, no futuro, a TI vai precisar dar suporte às práticas de comércio em vez dos processos de comércio. Como se o futuro fosse tão simples... Ele não será. Assim como todas as expansões anteriores da esfera de responsabilidades da TI, vamos dar suporte às práticas de negócio em conjunto com tudo o mais que estamos fazendo, em particular processos de comércio.
A diferença é que nosso histórico de apoio aos processos de comércio define o caminho em direção ao nosso futuro apoio às práticas de comércio. Tudo que temos de fazer é reconhecer a mudança. O resto é apenas uma questão de ter o pacote correto e o bom senso de deixarmos nossa evolução ocorrer.
A crescente esfera de responsabilidades da TI
A história da TI se arrasta por um grande escopo.
Primeiro, começamos no processamento de transações contábeis. Depois adicionamos o suporte à fabricação, distribuição, cadeia de suprimentos, recursos humanos e outras partes do comércio, utilizando quase que a mesma abordagem para projetos de sistema, pois todos eles usam o mesmo paradigma: apresente telas com entradas de dados, alimente uma base de dados por meio da postagem de transações e utilize a base de dados para gerar relatórios.
Depois, os computadores pessoais nos arrastaram, debaixo de chutes e gritos, para dentro do mundo dos dados não estruturados e de interações entre humanos, onde nos achamos dando suporte a programas de processamento de textos, planilhas eletrônicas, apresentações, e-mail, conferências pela internet (arrepios) e sistemas telefônicos. Pior que isso, a World Wide Web nos empurrou para dentro de colaborações cara-a-cara com o marketing, onde as exigências são modificadas pelo menos a cada estação e o fato de não querer utilizar Macintoshes é uma falha de caráter. Nesse entremeio também fomos enfiados no suporte para análise e os armazéns de dados precisavam habilitar a reutilização dos dados que já havíamos ajudado a coletar. Comparado ao quão bem demos suporte ao processamento de transações, enquanto quase fizemos as pazes com o marketing e a Web, nós nunca dominamos a análise e os dados não estruturados.
Tudo isto tem a ver com a diferença entre os processos de comércio e as práticas, esta última definindo o caminho a ser seguido.
Os processos de comércio e as práticas
Como mencionei antes, o trabalho é organizado ao longo de um continuum, com os processos de comércio de um lado, e as práticas de comércio do outro. Os processos se resumem a seguir uma sequencia de etapas padrão, especificadas em detalhes, para criar resultados repetitivos e previsíveis. Isso é o que você precisa para produção em massa e isto fornece o benefício adicional de tornar os funcionários intercambiáveis.
Práticas não tornam os funcionários intercambiáveis. Longe disso – enquanto elas envolvem uma sequência padrão de etapas, elas são especificadas somente em um alto nível, não em detalhes. Os detalhes por si só dependem da situação, do conhecimento, julgamento, experiência e especialidade do praticante.
Práticas são o que você precisa entregar personalizadas, adaptadas, cheias de características e com resultados de alto valor. Você precisa ainda mais delas quando seu objetivo é vencer estrategicamente seu concorrente – quando a previsibilidade é uma forma garantida de perder.
Aqui está como isto se conecta: os sistemas de processamento de transações são exatamente o que o processo de comércio precisa na forma de suporte de TI. Olhe para onde a indústria tem focado seu pensamento e está tudo lá: o projeto do processo de comércio tem as teorias, os sistemas de processamento de transações, os diagramas de fluxo de dados, análise e projetos orientados por objetos e projetos com análises orientadas por serviços e projetos com padrões de normalização para projetos de dados como suporte. Além disso, sob o capô, temos os monitores de processamento de transações, sistemas de gestão de base de dados relacionais e linguagens projetadas com o processo de transação em mente.
"Excelente artigo de Bob Lewis, publicado no site CIO, antecipando o papel de TI e a interação com a área de negócios. De fato nada vai continuar como hoje." Eduardo Faddul
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quarta-feira, 2 de maio de 2012
Gartner: CRM é prioridade em 2012
Uma pesquisa do Gartner sobre prioridade de investimento dos CIOs mostrou uma evolução do status dos softwares de gestão de relacionamento com o cliente (CRM, na sigla em inglês) que saltaram da 18ª para 8ª posição no ranking geral.
A situação é um reflexo do crescimento da importância do assunto para os CEOs: outra pesquisa da consultoria aponta que CRM é visto pela alta gestão como área mais importante de investimento nos próximos cinco anos.
Outro vetor importante é o aumento da exigência de contato via mídias sociais. De acordo com o Gartner, não dar respostas aos consumidores por esse meio será tão prejudicial como não responder um e-mail ou um telefonema até 2014.
"Em 2012, os executivos de CRM tem o desafio de encarar a mídia social mais seriamente. Não como só outro canal, mas como todo uma nova maneira de fazer negócios", aponta Ed Thompson, analista do Gartner.
As vendas globais de CRM atingiram US$ 12 bilhões em 2011, uma alta de 13,5% frente aos números do ano anterior. Para 2012, a previsão é de um crescimento de 7%.
A pesquisa do Gartner incluiu 2,3 mil CIOs com um orçamento de TI total de US$ 321 bilhões em 45 países e 37 ramos de atividade diferentes.
Outro vetor importante é o aumento da exigência de contato via mídias sociais. De acordo com o Gartner, não dar respostas aos consumidores por esse meio será tão prejudicial como não responder um e-mail ou um telefonema até 2014.
"Em 2012, os executivos de CRM tem o desafio de encarar a mídia social mais seriamente. Não como só outro canal, mas como todo uma nova maneira de fazer negócios", aponta Ed Thompson, analista do Gartner.
As vendas globais de CRM atingiram US$ 12 bilhões em 2011, uma alta de 13,5% frente aos números do ano anterior. Para 2012, a previsão é de um crescimento de 7%.
A pesquisa do Gartner incluiu 2,3 mil CIOs com um orçamento de TI total de US$ 321 bilhões em 45 países e 37 ramos de atividade diferentes.
"O que o Gartner identificou na pesquisa, nada mais é do que já sabemos a tempos: Vendas Fracas, prioridades renovadas." Eduardo Faddul
Por: Mauricio Renner
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