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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Apostas da tecnologia para 2012: 3D, novos hábitos de compra e mais tablets

RIO - Fora a explosão dos dispositivos móveis - smartphones e tablets -, da maior aceitação mundial da computação em nuvem e da influência das redes sociais, o grande acontecimento no mundo tecnológico em 2011 foi, inegavelmente, a morte de Steve Jobs. Apesar de sua personalidade difícil, foi um verdadeiro gênio cujas realizações causaram impacto irreversível nas vidas dos aficionados pela tecnologia e pela conectividade. Sua biografia, escrita por Walter Isaacson, bateu recordes de venda no mundo inteiro, tanto em e-book quanto no formato tradicional.
Neste retrospecto tech do ano que passou, separamos as reminiscências em tópicos - para apresentar organizadamente o turbilhão de fatos ocorridos no setor, destacando tendências e fazendo apostas para o futuro, entre elas a explosão do 3D, mais tablets e novos hábitos de consumo
AMAZON: Em batalha aberta contra o iTunes e o iPad, a Amazon lançou seu esperado tablet, o Kindle Fire, ao atraente preço de US$ 199. Lançou também o e-reader Kindle Touch e uma versão menor, mais em conta e sem teclado, de seu leitor básico. Aqui no Brasil, marcou presença com o Amazon Web Services, sua oferta de serviços na nuvem.
APPLE: A companhia cofundada por Steve Jobs tornou-se a mais valiosa empresa de tecnologia do mundo, superando a rival Microsoft. Chegou também a ser a mais valiosa entre todos os setores. Os lançamentos do iPad 2, da Apple TV, do iOS5 e do iPhone 4S, com seu assistente pessoal vocal Siri, sacudiram o mercado. A expectativa é o lançamento de um aparelho de TV da empresa para a sala de estar, algo que definirá novos padrões que serão copiados por grande parte da indústria. No Brasil, o lançamento da loja on-line iTunes foi o grande evento do fim do ano, junto com o início do funcionamento da fábrica de montagem da Foxconn no país.



BRASIL: 2011 marcou a entrada de grandes empresas de tecnologia em nosso país - companhias que antes deixavam de lado o mercado nacional. Amazon, Apple, Google, LinkedIn, Netflix, Sony e produtoras de videogames são exemplos dessa corrida pelo consumidor brasileiro.
COMPRAS COLETIVAS: Virou mania comprar produtos e serviços a partir de ofertas coletivas oferecidas em sites especializados via chamadas por e-mail. Sites americanos como BuyWithMe, Google Offers, Groupon e LivingSocial foram copiados ou adaptados no Brasil - Clickon e Peixe Urbano foram os primeiros. Porém, como toda moda, está começando a esfriar, pelo menos por aqui.



"Neste retrospecto tech do ano que passou, Carlos Alberto Teixeira, da Agencia O Globo, separa em tópicos para apresentar organizadamente os fatos ocorridos, destacando tendências e fazendo apostas para o futuro. Excelente artigo."
Eduardo Faddul



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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Automação comercial: uma estratégia que vai além das obrigatoriedades fiscais

O varejo tornou-se um segmento privilegiado dentre os demais, visto que hoje temos inúmeros e crescentes estudos para definir estratégias de gestão. Uma variedade de reflexões em relação às estratégias de marketing surge única e exclusivamente para superar as expectativas do novo consumidor 2.0, que são temidos por suas exigências e assim, estimulam a concorrência a oferecer o melhor produto, na hora e local exatos. Ressaltando ainda, a imperativa "sob o menor preço praticado pelo mercado". Ou seja, o consumidor exige e, para satisfazer as suas necessidades, o varejo acata.


Diante deste cenário, o empresário varejista deve repensar as demais estratégias da empresa, ou seja, o cliente sempre tem razão e somente por as empresas existem. Mas, como gerir todas as áreas da empresa propondo estratégias voltadas à gestão logística, mensuração de estoques, prevenção a perdas, gestão de preços atrativos, relacionamento com fornecedores e ainda ser competitivo (top of mind) para os consumidores 2.0? Desesperador? Felizmente não!


"O varejo vem crescendo enormente seu aparato tecnológico disponível. Porem a percepção é que ainda falta muita coisa. Neste artigo Michele Tiergarten explora as novas demandas." Eduardo Faddul


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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Conheça 7 tablets que são alternativas ao iPad

O iPad, tablet da Apple, foi a primeira ideia de prancheta eletrônica a vingar no mercado. Deu tão certo, que acabou virando sinônimo de tablet há quem diga ter decidido comprar o 'iPad da Samsung'. O aparelho conquistou cerca de 75% do mercado mundial, mas os concorrentes lançaram dispositivos que procuram atrair diferentes tipos de consumidores e tirar um pedaço do terreno da empresa americana.
O Galaxy Tab, tablet da sul-coreana Samsung, é, em geral, o mais buscado nas lojas, depois do iPad. A segunda versão do aparelho, com tela de 10,1 polegadas, causou inclusive fúria na Apple, que processa a rival por plágio em vários países.
Mas ele não é a única alternativa ao produto criado por Steve Jobs. No Brasil, há pelo menos seis opções que valem a pena ser observadas. O preço, em geral, é menor que o do iPad 2 (que sai por R$ 2.049 na versão de 16 GB, com Wi-Fi e 3G) e, em alguns casos, as configurações não deixam a desejar.

Por essa razão, a supremacia do iPad, no País e no resto do mundo, não é mais interpretada como em 2010, quando a Apple lançou a primeira versão do tablet. 'Como esse mercado ainda é muito incipiente, há bastante espaço para que outras empresas cresçam e consigam abocanhar um pedaço da participação de mercado da Apple', diz Fernando Belfort, analista sênior da Frost & Sullivan. Pela sua previsão, 900 mil tablets serão vendidos no Brasil em 2012.
"Que os tablets vieram para ficar ninguém tem duvida. Agora que solução adquirir, ai são outros 500. Nesta breve reportagem de Nayara Fraga, do Estadao.com, ele  apresenta 7 alternativas ao tablet da Apple, e explica as diferenças." Eduardo Faddul

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Celular e e-mail fora do trabalho podem dar hora extra

Em tempos de popularização dos smartphones, uma lei que acaba com a distinção entre trabalho dentro da empresa e à distância, sancionada pela presidente Dilma Rousseff no final de 2011, já gera polêmica entre empregados e empregadores.

A legislação, que alterou a Consolidação Geral do Trabalho (CLT), diz que o uso de celular ou e-mail para contato entre empresas e funcionários equivalem, para fins jurídicos, às ordens dadas diretamente aos empregados, informa reportagem de Maeli Prado e Priscilla Oliveira publicada na Folha desta quinta-feira.

A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).
De acordo com advogados especializados, a mudança abre espaço para que funcionários que usam o celular para trabalhar após o horário de expediente, por exemplo, recebam horas extras por isso.

É uma interpretação oposta a de entidades empresariais, como a Confederação Nacional da Indústria (CNI), que rebatem que o objetivo do projeto de lei do deputado Eduardo Valente, de 2004, que deu origem à mudança da CLT, era somente regular o trabalho à distância.

"Sem comentários." Eduardo Faddul

Leia mais na edição da Folha desta quinta-feira.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Qual o papel de um gerente de marketing digital?

Talvez você ache um pouco estranho que eu, uma pessoa que construiu - e continua construindo - a sua carreira em agências, vir falar sobre o papel de um gerente de marketing digital dentro de uma empresa. Entretanto, o profissional de planejamento é, dentro da agência, aquele deve ser o mais próximo do gerente de marketing da empresa-cliente, pois ambos precisam se preocupar com as estratégias para atingir os objetivos – que sempre terminam no foco em vendas. 
O profissional de marketing digital tem que, acima de tudo, pensar na estratégia do negócio em que atua, na construção e no posicionamento da marca da sua empresa. É ele que vai pensar e encontrar a melhor forma para ampliar as vendas, entrar em novos canais, em como usar a web para melhorar a rentabilidade do negócio. Inclusive, a palavra “rentabilidade” está no jargão desse profissional, pois ele é cobrado por isso, e não é algo diário, é mais no sistema da Tele Sena, de “hora em hora”.

E o gerente de marketing digital, assim como o seu par “offline”, tem a responsabilidade de vender cada vez mais o produto ou serviço de sua empresa, independentemente do que seja e do seu valor, a única diferença é que a web é a sua plataforma de comunicação. 
Normalmente o profissional de marketing digital é uma pessoa que trabalhava com o offline e migrou pro online. No entanto, nem sempre ele está preparado para isso – quantas vezes você já ouviu um caso de alguém que era “bom no Facebook e no Twitter” e, por isso, foi trabalhar com digital? E, infelizmente, temos visto muito esse perfil no mercado. Gente que se acha muito preparada mas que não faz pesquisa, que não sabe o que é segmentação, que não sabe dizer se uma ação que “apenas eleva o número de acessos do site” valeu a pena ou não. E, se elevou o número de acessos, mas não as taxas de conversão, alguma coisa está errada, certo? 
"Neste breve e explicativo artigo de Felipe Martins, o autor analisa as novas demandas da área de comunicação nas empresas. Nada mais atual do que entender esta diferença entre “on line” e “off line”, é compreender que envolve também uma transformação profissional da área."Eduardo Faddul

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Kindle Fire e indiano Aakash abrem caminho para tablets baratos

O ano de 2012 deve ser pródigo para amantes de gadgets, que podem esperar tablets mais baratos, laptops ultrafinos, smartphones mais inteligentes, máquinas com o novo sistema operacional da Microsoft e até, quem sabe, a mítica linha de televisores da Apple. 


 Depois do Kindle Fire, tablet da Amazon vendido a US$ 200 nos EUA (o iPad custa a partir de US$ 500), o mercado deve ser inundado por tablets básicos com preços inferiores até a US$ 100.

O tablet de baixíssimo custo pioneiro é o Aakash, da empresa indiana Datawind, que custa US$ 47 e já vendeu 1,4 milhão de unidades. 



 No Brasil, outro fator que deve reduzir o preço dos tablets é a "Lei do Bem", que desonerou os aparelhos produzidos no país. 


 Quem procura um tablet mais sofisticado pode esperar pelo sucessor do iPad, que deve ser apresentado até abril, e pelo modelo com Android feito pelo próprio Google, que será lançado nos próximos seis meses.


"O ano começa quente na “guerra dos tablets”. Neste artigo da folha há um cenário francamente favorável ao consumidor em 2012."
Eduardo Faddul



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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

2012: um cenário diferente

O ano de 2011 foi “tenso” por conta da crise financeira internacional. Convocado para solucionar o grave conflito na Zona do Euro, o FMI optou para a sobrevivência, recobrando a confiança, rolando passivos e distribuindo perdas.  A dimensão do problema - a dívida soberana dos países problemáticos a ser rolada em 2012 é o dobro de 2011 - requer um tempo maior para a retomada do crescimento sem inflação.


Com relação à gravidade do quadro atual, a diretora-geral do FMI, Christine Lagarde,  disse que se assemelha em alguns aspectos à década de 30, quando os países se fecharam para sí mesmos e o multilateralismo caiu por terra. Agora, tem-se assistido países aumentarem suas tarifas, criarem obstáculos tarifários e dificultarem os fluxos de capital.


Em 2012, a agitação social deve permear toda a Europa, que vai atravessar seu pior ano de crescimento. Claro que haverá alternâncias nas taxas de crescimento entre os diversos países, melhor para a Alemanha e França, e pior para a Itália e Grécia. Isso porque, a união das moedas que não levou em consideração as enormes diferenças entre os países membros, como a produtividade e o desempenho fiscal, paga agora a conta de anos de fartura e bonança, graças ao crédito farto e barato. 


Nos Estados Unidos o desempenho da economia será um pouco mais animador com um crescimento assegurado de 1% do PIB, conseguindo se afastar das taxas negativas que até então vinham experimentando. Na China, o crescimento também deverá ser ligeiramente menor, entre 7% e 8% a.a, mas a temida inflação se arrefeceu, sem a concretização da expectativa de valorização do yuan, o que poderia agravar a recessão mundial.


"Excelente matéria sobre o cenário de 2012, do jornalista Clovis Abreu Vieira, publicada no Jornal do Brasil. Muito objetivo, mostrando com o que poderemos contar pela frente neste ano que começa, no mundo e no Brasil."
Eduardo Faddul



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