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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Preparando-se para enfrentar as turbulências externas



Afinal, as turbulências externas que mexem com o mercado global nos últimos meses têm potencial de afetar as companhias brasileiras? A resposta é um enfático e preocupante sim. Apesar de estarem inseridas em um cenário macroeconômico relativamente robusto, as empresas nacionais enfrentam sérios problemas, que podem ser agravados pela contaminação de fatores negativos que vêm do mercado externo. O mercado de capitais é muito sensível ao risco. Na crise, o princípio do fly to quality, em que o investidor busca se proteger em ativos de menor risco, é acionado, reduzindo a disponibilidade de recursos, o que limita e encarece a oferta de crédito.
Além disso, apesar de ter resultados positivos em sua balança comercial nos últimos anos, o superávit do Brasil vem sendo garantido por significativa fatia de vendas externas de commodities. Na outra mão, grande parte das importações brasileiras é composta por produtos manufaturados de alto valor agregado. Basta olhar esse pequeno retrato, e percebemos que há um desequilíbrio que pende contra o setor produtivo nacional.
De acordo com dados do PIB brasileiro, o setor industrial permaneceu praticamente estagnado nos últimos três anos, com um crescimento de apenas 1%, contra 10,5% do segmento de serviços no mesmo período. Percebemos que existe uma forte e evolutiva desindustrialização do país. Outro fator que tem enfraquecido a indústria é a questão cambial. Diante de um real muito forte frente às divisas internacionais (especialmente o dólar), as empresas têm dificuldade de competir com a concorrência estrangeira, que coloca seus produtos no país com grande vantagem. Isso sem contar o problema da excessiva e complexa carga tributária brasileira.


"Excelente artigo sobre a conjuntura e o que fazer frente ao desafio de um ano cheio de incertezas que deverá ser 2012. "
Eduardo Faddul


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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Áreas de negócios têm que participar de projetos de análise de dados

Os exemplos são diversos, mas nem sempre o resultado final é o esperado. Projetos de inteligência analítica ganham cada vez mais importância nas empresas, sobretudo, agora, com o crescimento vertiginoso na quantidade de informações disponíveis. A necessidade de analisar melhor o que chega e fazer um bom uso disso é necessidade latente. Mas para dar certo, é preciso trabalho conjunto de todos envolvidos e uma melhor comunicação entre TI e áreas de negócio.
Embora seja uma mensagem há muito tempo propagada, essa interação de forma saudável entre TI e os demais departamentos nem sempre acontece. Não é a toa que muitos projetos falham. Durante o Teradata Partners, evento organizado por usuários dos produtos da fabricante, em San Diego (EUA), diversas empresas apresentaram cases de análise de dados e, entre os motivos de sucesso, a parceria entre todos os envolvidos.
“Temos capacidade para produzir e entregar o que o negócio precisa em termos de análise. O time é organizado por funções de negócios, como vendas, planejamento e as responsabilidades são distribuídas”, comenta James Lee, líder do time de Enterprise Business Intelligence (EBI) da Nike.
No conglomerado, o desafio estava em melhorar integração entre duas grandes áreas que ele chamou de fundação (toda a parte corporativa) e consumo (produto, interação com clientes, entre outros). As áreas de negócio queriam mais agilidade e menos dependência dos homens da TI para, por exemplo, personalizar um relatório. Tudo foi discutido dentro de um grande projeto que envolveu, além dos departamentos, os times de arquitetura, modelação de dados, desenvolvimento, gerenciamento de projetos, desenvolvimento de report e BSA.

"O que ficou mais uma vez demonstrado nos cases, é que entendimento do negócio é a parte mais preciosa na construção da solução. Ainda mais quando o assunto é TI. Não basta atender a demanda, tem que colocar a solução em funcionamento. E neste caso trabalhar a solução em conjunto é um caminho."
Eduardo Faddul

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terça-feira, 11 de outubro de 2011

Como Gerar Leads Qualificados no LinkedIn

O outro dia, li um post escrito pelo Lewis Howes, conhecido como o "Rei do LinkedIn", ele escreveu dois livros sobre o tema e criou o #1 curso de formação em LinkedIn, LinkedInfluence. Para outras dicas e conselhos sobre LinkedIn, baixar os seus vídeos gratuitamente no LinkedIn ou www.lewishowes.com. Então, achei que este assunto poderia ser “tropicalizado” um pouco para o mercado brasileiro.  

LinkedIn está sempre crescendo, especialmente aqui no Brasil. E quanto mais você investe nele, o maior retorno você terá.

É muito fácil e efetivo. Isso mesmo. Não o Twitter ou Facebook ... mas LinkedIn.

Para uma empresa B2B, o LinkedIn deve ser a sua praia. Vá lá. Monte a sua guarda-sol. Passe protetor porque você vai ser impressionado com todos as novas oportunidades de vendas que vão entrar no seu fúnil de vendas.

Atualmente, como a maior rede mundial de profissionais com mais de 100 milhões de profissionais de negócios, a LinkedIn é a plataforma perfeita para explorar a crescer sua rede e gerar leads para seu negócio, especialmente para empresas B2B.

7 dicas bem fáceis como a sua empresa pode gerar leads da melhor qualidade usando o Linkedin
1. Criar uma conta
Isso pode parecer bobagem, mas se você não tiver uma conta, será muito difícil para gerar leads de LinkedIn. Seu primeiro passo é a criação de um perfil em www.linkedin.com.

2. Otimizar o seu perfil
Ninguém quer se conectar com alguém que tem um perfil fraco. Aproveite o tempo para terminá-lo 100% e otimizar o seu perfil do LinkedIn - o título, experiência de trabalho, currículo, e as suas especialidades. O seu perfil é como a sua apresentação pessoal e profissional, e você não quer aparecer com alguns slides faltando na sua apresentação para o mundo.

3. Personalizar seu site links
Parece muito simples, mas existem tantos perfis com links ao seu site que dizem "minha empresa" ou "o meu website." Ninguém se importa! Ninguém se preocupa com seu site, eles se preocupam sobre como você pode ajudá-los a atingir seus objetivos ou resolver seus problemas. Em vez disso, edite seu site link para a versão "customizada". Adicionar uma chamada (call-to-action) que direciona as pessoas para o seu site e diz a eles exatamente o que eles vão fazer quando clicarem. Isso é o prático mais fácil e efetivo de captação de clientes hoje em dia.

4. Adicionar o seu blog
Há uma série de aplicativos avançados no LinkedIn. Usá-los. Aquele que ajuda a direcionar o tráfego para seu site (e gerar leads para sua empresa) é o aplicativo blog. Basta adicionar o link do feed do blog para o aplicativo depois de instalá-lo de graça, e você vai ter as suas mensagens de blog mais recentes mostrando no seu perfil do LinkedIn para todo o mundo ver!

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Por Andre Jensen

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

8 dicas de como montar um bom formulário para geração de Leads

Um dos componentes essenciais de uma Página de Conversão para geração de Leads qualificados (potenciais clientes) é o formulário. Muita gente gasta um esforço tremendo para montar uma oferta e atrair os visitantes para o site, mas acaba pecando na parte mais sensível da Conversão: quais informações de contato pedir para o visitante. O resultado acaba sendo uma taxa de conversão muito baixa.
Como exemplo, podemos citar o caso do hotsite do novo Jetta da Volkswagen, como bem percebido pelo Marcelo Toledo na semana passada pelo seu Twitter. A imagem abaixo mostra o formulário de cadastro pedido para o usuário receber mais informações sobre o carro.
Chamam a atenção a enorme quantidade de campos, bem como o pedido de informações sensíveis como o CPF. Isso sem contar a questão de exigir a criação de uma senha… Posso apostar que um grande número de pessoas desistiu de se cadastrar depois de ver esse formulário.
Por outro lado, a solução também não é ir para o outro extremo e não pedir nada. As informações dos Leads são importantes para identificar melhor que tipo de pessoa o seu site está atraindo, e principalmente para fornecer dados suficientes para que a sua equipe de Vendas possa qualificar e iniciar uma abordagem com os melhores Leads.

Pensando nisso, selecionamos as seguintes dicas para a boa elaboração de um formulário na Página de Conversão:
1-) Enfatize o que o usuário ganha em troca de preencher o formulário
Por mais que a chamada na página anterior já tenha feito a promessa do benefício que o usuário vai receber, deixe bastante visível na Página de Conversão qual é esse benefício.

2-) Peça apenas informações essenciais para a qualificação do Lead
Lembre-se que esse formulário é apenas o primeiro passo da sua aproximação com o potencial cliente. Pense quais são as informações realmente relevantes para que você ou sua equipe de vendas possam fazer o filtro inicial, lembrando que quanto mais campos houver no formulário, menor é a taxa de conversão.
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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Executivo mais procurado no Nordeste é o gerente regional de vendas

Uma pesquisa da maior empresa de recrutamento especializado do mundo, a Michael Page, mostra que o executivo mais procurado no momento no Nordeste é o gerente regional de vendas. Mais de 60% das contratações da Michael Page para a região são para esta função.

Esses profissionais representam as companhias nas regiões, desbravam os mercados locais e ampliam relacionamentos com os parceiros. O estudo foi realizado através da base de contratações da empresa no primeiro semestre, para mostrar os cargos mais demandados em cada parte do país.

Felipe Mançano, gerente Norte/Nordeste da Michael Page, diz que a região deve aproveitar este bom momento do mercado de trabalho. “Existem muitas empresas que estão vindo para cá e elas precisam desses profissionais para estruturar suas operações”, comenta Mançano.

O diretor explica que o gerente regional de vendas não fica apenas focado nas vendas, apesar da nomenclatura do cargo, mas sim em toda a estratégia da empresa para competir na região, já que os consumidores nordestinos têm características próprias.

Por isso, na hora da empresa escolher esse profissional, os nordestinos acabam levando vantagem. Mançano diz que as companhias preferem um funcionário que já conheça o mercado e que tenha informações sobre suas peculiaridades. “Quando não encontramos, há um movimento para repatriar a pessoa que estava atuando em outro estado”, acrescenta o diretor.

Para contratar um gerente de vendas, as empresas geralmente aceitam profissionais das áreas de Administração, Economia, Engenharia, entre outras. “Depende do segmento de atuação da empresa. Algumas exigem perfis com formações mais técnicas”, diz Mançano. Já os salários variam entre R$ 6 mil e R$ 8 mil, nas pequenas e médias empresas, e  entre  R$ 8 mil e R$ 10 mil nas grandes.

Oportunidades
E quais são as características de um alto executivo nordestino? Mançano conta que os profissionais locais ainda precisam avançar na questão de um segundo o idioma, principalmente o inglês. Porém, entre os pontos positivos, ele lembra que o nordestino tem uma característica empreendedora. “Ele não tem medo de arregaçar as mangas”, analisa.

Apesar de a área de vendas ter tido mais destaque na Michael Page, Mançano ressalta que outros profissionais devem aproveitar esta fase de crescimento da economia na região. “Vamos precisar de engenheiros e de profissionais para a área de produção, infraestrutura, financeiro e recursos humanos”, enumera.

Dificuldade O headhunter e diretor da Perfil Online Executive Search, Nelson Leal, diz que o mercado profissional no Nordeste tem fôlego para se expandir por mais 10 anos, mas também destaca a dificuldade atual de se encontrar esses profissionais para altos cargos executivos na região.

Contudo, ele confessa que os salários para a região ainda não são equiparados aos dos profissionais do Sul e Sudeste. “Nós aconselhamos que esse salário seja igual ou superior ao que o mercado vem oferecendo, mas ainda não conseguimos bônus iguais aos dos  profissionais de fora da região”, destaca Leal.

Por: Luciana Rebouças | Redação CORREIO 

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Índia lança tablet "mais barato do mundo"

Nova Délhi - A Índia apresentou nesta quarta-feira o que considera ser o tablet mais barato do mundo, destinado a estudantes, ao preço subsidiado de 35 dólares.

O governo indiano está comprando as primeiras unidades do produto, chamado Aakash --que significa céu em hindi-- por 50 dólares cada um, de uma empresa britânica que está montando os dispositivos na Índia.
Os tablets, inicialmente, serão fornecidos gratuitamente aos estudantes, em um projeto piloto envolvendo 100 mil unidades.
"Os ricos têm acesso ao mundo digital, os pobres e comuns têm sido excluídos. Aakash terminará com a divisão digital", disse o ministro das Telecomunicações e da Educação, Kapil Sibal.
DataWind, pequena empresa britânica que desenvolveu o tablet, disse que o custo será menor quando iniciar a produção em massa.
Após a distribuição gratuita, o governo pretende vender os produtos aos estudantes por 35 dólares no próximo ano.
A versão do tablet voltada ao varejo será comercializada por cerca de 60 dólares.


Por: EXAME

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Piora a expectativa de vendas no setor privado brasileiro em 2011

SÃO PAULO - Uma pesquisa realizada pela Amcham (Câmara Americana de Comércio Brasil-Estados Unidos) em parceria com o Ibope aponta para a piora na expectativa do setor privado para as vendas em 2011. No ano anterior, 79% dos executivos acreditavam no avanço das vendas em relação ao período anterior; já este ano, 71% sinalizam esta expectativa.
A pesquisa foi realizada entre 20 e 27 de setembro, com 231 executivos de empresas de variados segmentos e portes. "No aspecto dos negócios, há no geral otimismo, ainda que alguns pontos estejam aquém do verificado em 2010, mas com retomada em 2012", disse a Amcham.


Percepções sobre inflação, câmbio e política monetária

Sobre a macroeconomia, 79% das empresas esperam um aumento da inflação em 2011 e 50% delas apostam em estabilidade no próximo ano. Em relação ao câmbio, 58% apostam na valorização da moeda brasileira em relação ao dólar este ano, sendo que 63% projetam estabilidade para 2012.

Quanto às projeções sobre a política monetária adotada pelo Banco Central, 35% dos entrevistados acreditavam que haveria um aumento da taxa básica de juros em 2011. Contudo, 42% estimavam que a Selic ficaria estável este ano.
As empresas apresentaram um equilíbrio entre as expectativas de estabilidade e crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) tanto para 2011 - 35% e 39%, respectivamente- como para 2012 - 42% e 44%, respectivamente.


Empresariado vê melhoria na condução da política externa

O empresariado ainda respondeu sobre a gestão da presidente Dilma Rousseff. Um grupo de 55% acredita que existe um interesse maior no fortalecimento da relação entre Brasil e os Estados Unidos.

Sendo assim, 43% esperam crescimento da abertura para o diálogo com o setor privado e 41% têm expectativa de melhoria da distribuição de recursos para infraestrutura. Entretanto, 54% enxergam uma piora em relação à aprovação de uma reforma tributária.


Por: Equipe InfoMoney